“O que é o homem? Só uma pilha de segredos.” Realmente, o homem é uma pilha de segredos, sempre buscando entender a si mesmo. Vivemos sempre em busca de nós mesmo, filosofamos o que somos, de quê somos feitos, o que está cravado em nosso DNA, o que essa pulha de célular quer dizer e o por que estamos aqui. Podemos tanto procurar essa resposta dentro de nós quanto no mundo exterior. Desbravamos terras, vamos ao espaço, procuramos a resposta até em outros seres.
Será que a ciência vai conseguir responder a todas as nossas questões? Será que a resposta de tudo está em nosso DNA? Diz ela que sim. É esperar e ver. Olhando dentro de nós podemos ver uma enorme pilha de sentimentos, pensamentos, sonhos, segredos. Procuramos sempre um ser que tenha um encaixe perfeito conosco, a “cara metade” e pra quê? Para sermos felizes e perpetuarmos nosso DNA, assim procriando “pilhas de segredos”. E qual o sentido de tudo isso?
Somos seres perdidos e frágeis, por isso criamos instrumentos para trabalhar no nosso lugar. Não sei exatamente dizer se evoluímos ou se desevoluímos. Por um lado evoluímos mentalmente, por outro nosso corpo desevoluiu. Por exemplo, tínhamos garras fortes e caninos maiores, para rasgar e triturar nossos alimentos. Conforme fomos criando instrumentos para fazer esse trabalho pela gente, os caninos e nossas garras “sumiram”. Agora, e quanto aos nossos sentimentos? Será que evoluímos ou desevoluímos nessa questão?
Somos seres muito estranhos em relação aos nossos sentimentos. Alguns amam que os odeia, outros odeiam que os ama. Sofremos por amor. Será que isso é um sinal de evolução? E o que é esse sentimento? Afinal, o que são os nossos outros sentimentos? Teremos de esperar a ciência responder ou responderemos por isso?